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quinta-feira, 9 de junho de 2016

O Ofício de Pastor

Não existe ofício mais plural do que o ministério pastoral.
São mais que psicólogos quando aconselham a muitos;
São mais que administradores das coisas de Deus seja em
pequenas congregações ou na mega igreja;
São mais que professores dedicados à tarefa de ensinar as doutrinas do Senhor;
Mais que motoristas a dirigir as congregações;
São mais que eletricistas a trazer energia para Casa de Deus;
São mais que mecânicos à consertar almas;
Mais que ourives a procurar ouro em corações de pedra;
São mais que advogados quando defendem as causas das ovelhas diante do Senhor;
São mais médicos e enfermeiros que tratam das feridas das ovelhas;
Mais que Comunicadores que transmitem a mensagem do céu;
Mais que servidores públicos servindo a todos no servir a Deus;
Mais que Cozinheiros que preparam o alimento para o rebanho;
São mais que faxineiros que cuidam em deixar a Casa do Senhor sempre em ordem;
São mais que pedreiros ajudando a construir o templo do Senhor
Mais que nutricionistas que descrevem a dieta da doutrina
do Espírito Santo;
Mais que militares, na milícia da fé a combater o bom combate;
São mais que arquitetos que projetam planos para a obra do Senhor;
Mais que escritores, são poetas da vida com Deus;
São mais que juízes a tomar decisões que repercutem na Eternidade;
Só não são mercadores: de graça dão o que de graça Recebem.
Mas, e os vendedores de bênçãos?
Esses não podem jamais ser considerados pastores, visto serem mercenários.
Pela graça de Deus são simplesmente pastores, e isso já é muito, e bastante.

Autor: Amilton M. Souza
Extraído de: Práticas Pastorais – Editora Koinonia.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Misericórdia quero, e não sacrifício


Séria e tremenda é esta mensagem de Deus através do profeta Oséias, que até mesmo o Senhor Jesus, em seu ministério terreno, a citou aos religiosos de sua época (Mateus 9:13; 12:7).

E o pior é que séculos e séculos se passaram e o homem ainda não aprendeu o que na verdade Deus quer. A versão da Bíblia NTLH*, por exemplo, traz: “eu quero que vocês me amem e não me ofereçam sacrifícios”, o sentido desse recado divino é que MAIS IMPORTANTE do que atos religiosos, e para ser mais explícito: ir a igreja, fazer isso ou aqui na (ou em nome da) religião, o amor à Deus (sentido vertical de amor) e o amor ao próximo (sentido horizontal de amor) é o que de fato Ele quer de cada um de nós. É claro que isso não dá ao homem o direito de deixar de congregar, com a desculpa “há gente nas igrejas fazendo o que até o diabo duvida”, pois essa não é a vontade de Deus, ex: Hebreus 10:25 – “Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia”. Temos que servir, dentro e fora da instituição religiosa, tendo em mente que servimos a Deus; e também não por obrigação ou outro motivo mesquinho, mas por amor. Lembre-se que as obras, apesar de não serem (a luz das Escrituras) a causa da nossa salvação, devem ser a consequência da mesma (ver Efésios 2:10 e Tiago 2). Logo, que a prática dos ensinos do Mestre dos Mestres seja uma realidade na vida daqueles que de fato tiveram um encontro com Cristo, o Filho do Deus vivo.

Por tanto fica a exortação: a vida piedosa, ou seja, vida de intimidade e amor a Deus, deve vir antes de todo e qualquer ato religioso institucional ou não, pois do contrário eles não terão valor nenhum. Se não fosse assim Maria irmã de Marta, segundo Jesus, não teria escolhido a melhor parte (Lucas 10:42).

“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine” - 1 Coríntios 13:1.


*Nova Tradução na Linguagem de Hoje.