Total de visualizações de página

terça-feira, 29 de julho de 2014

Ninrode>>Felipão>> 7 x 1 = Terríveis coincidências e juízo

Rivaldo Dantas, diácono da PIB de Aracaju

Ter conhecimento nem sempre significa sabedoria.”
Futebol é uma religião pagã, onde pessoas se encontram para adorar a Bola”.
(Armando Nogueira-cronista)

Chegamos a um momento crucial na história do mundo especialmente no Brasil. O império do futebol ocupa a imaginação e o coração de todos. Tudo gira em torno do futebol que se tornou o ópio, a religião da população. O templo são os estádios hoje chamados acertadamente tal como nos tempos do sacrifício dos cristãos primitivos, de Arenas; os dízimos são os ingressos; os solidéus e crucifixos são os bonés, camisas, chaveiros, etc., e por aí afora uma série de agregados da nova fé expressa também nos hinos desportivos. Já existem templos em várias partes do mundo como na França, Espanha e na Argentina a Igreja Maradoniana com milhares de fiéis. Falta pouco para acontecer no Brasil nestes tempos do fim e já se começam as investidas com a tentativa de registro da nova religião do futebol.

A cerveja artesanal Foca chega ao mercado com um projeto que tem tudo para ganhar a atenção dos milhões de torcedores brasileiros. O projeto “Futebol Religião”, criado pela agência Grey, oficializa o esporte como “culto religioso” no País.
Valendo-se de um dos artigos da Lei Federal de Liberdade Religiosa, o qual garante pela Constituição brasileira o livre exercício de culto religioso, que entre outras coisas, permite ao funcionário sair do trabalho para professar seus credos. Basta apenas citar o art. 10 da nova religião. São direitos dos membros: c) participar dos jogos em estádios de futebol do seu time ou daqueles cujo resultado que influenciem na classificação do time e, na impossibilidade, assisti-los em residência ou locais onde forem transmitidos os jogos, bem como participar de programas e eventos assim como de todas as festividades.

Imaginem se o Brasil fosse hexacampeão, certamente esta concessão seria instantaneamente assinada constituindo-se oficialmente e com registro a “Religião do Futebol”. É o que estão tentando e certamente isso irá acontecer brevemente. E você meu irmão a que grupo irá professar: a Deus ou a Bola? Vá pensando nisso, pois é uma das vertentes da apostasia que desejamos considerar.

Agora, vamos a analogia sobre o titulo acima sugerido: NINRODE>FELIPÃO>7 x 1. NIRODE era um dos netos de Noé, filho de Cão que se notabilizou como grande líder tendo fundado duas cidades importantes na Bíblia que foram Nínive e Babel, que mais tarde seria a Babilônia. Nela conclamou os seus habitantes a construir uma torre na qual alcançaria os céus, sinônimo de sua grandiosidade, soberania e usurpação do poder e influencias divinas. Deus viu e não permitiu, pois Ele não permite que o homem desvie o foco do seu louvor e adoração a outro homem. O que fez? Confundiu a língua deles a tal ponto que não se entendiam e o processo de construção teve de parar, pois ao ser pedido tijolo, entendiam pedras, barro entendiam água, e por aí afora. Ninrode deve ter ficado perplexo e confuso! O que acontecera? Tudo vinha bem entre ele e seu povo. A sociedade se dispersou e o objetivo foi frustrado. Algo sobrenatural, estranho e inexplicável acontecera repentinamente. Deus não permitiu a desobediência e a idolatria!

FELIPÃO um dos técnicos até então mais cortejados e competentes segundo dizem, já proclamava o Brasil Hexacampeão; o Brasil regozijava e se curvava aos deuses do Olimpo futebolístico. A soma de bilhões de reais ostentava a fama e o gáudio de um Brasil que se ufanava perante o mundo e de venerar os ídolos brasileiros como heróis de uma aventura e de uma vitória certa; afinal somos pentacampeões. O país respirava, cultuava e ajoelhava-se ante a fulgurante majestade do poder da bola. Do seu trono Deus contemplava os milhões de brasileiros sofrendo e morrendo nos hospitais e clínicas, por falta de recursos e assistência médica, o comércio do narcotráfico a grassar entre os jovens, a violência acontecendo numa celeridade e crueldade nunca vistas, a impotência de uma segurança pública por falta de políticas próprias, a educação num caos generalizado sacrificando as futuras gerações e a desenfreada corrupção dos detentores do poder político. Indiferente a tudo isto 200 milhões de brasileiros sorvia do enganoso entretenimento, fazendo desta Copa o ópio dos seus desejos, alienados, idiotizados, e submissos à ferocidade dos donos do poder e senhores do mundo. O juízo divino entra em ação! Perde o time brasileiro a sua classificação para se candidatar ao título mundial no seu penúltimo jogo enfrentando a Alemanha que o derrota pelo histórico e humilhante placar de 7 x 1. Perde também sua ultima batalha futebolística frente à Holanda por 3 x 0; tributo à trindade satânica.

Todos estavam estarrecidos com o terrível acontecimento. Ninguém sabia explicar o que acontecia sob as vistas de 200 milhões de brasileiros e bilhões de torcedores mundiais. Nunca na história do futebol mundial nestes 100 anos tal coisa havia acontecido. O depoimento dos jogadores que apenas disseram: Deu um branco em todos! Cronistas e imprensa não conseguiam explicar o inexplicável. A alegria seguiu-se o pranto e a tristeza! O treinador FELIPÃO perplexo e atônito confessou-se atordoado: “Não sei explicar”! E ninguém o saberá, pois o fato é sobrenatural e o sobrenatural provém de força superior. Esta força ofendida e condoída pela injustiça, que tem sacrificado os mais humildes e aos iludidos pelo entretenimento momentâneo oferecido pelos poderes constituídos, é a mesma que atuou no passado no tempo dos profetas, exercendo juízo entre seu povo-DEUS. Que outra força produziu tal efeito?

7 x 1 - Tirania ou Castigo?
Se observarmos os contextos bíblicos aonde se insere o numero 7, vamos notar que ele está presente desde o Gênesis ao Apocalipse, assim como os números 12 e 40. Segundo estudiosos de numerologia o 7 é considerado tirano; segundo os teólogos o 7 é número perfeito de Deus.

Deus o utilizou para definir sua matemática divina e seus juízos: 7 foram às pragas do Egito; 7 são as cartas às igrejas desviadas e desavisadas; 7 são as trombetas; 7 são os selos; 7 são os trovões; 7 são os flagelos. As evidências são claras! A Alemanha poderia muito bem ter esticado o placar, talvez 8 ou 10, mas não o fez. Foi detida e isso para mostrar donde veio tal juízo! E para consolidar um resultado final e categórico, mais um gol do outro lado do Brasil (7 x 1), ou seja 8 total número do homem. Aceitem se quiser, mas tentei lhes explicar o inexplicável (para eles). Estamos no tempo do fim e tais fatos e incidentes espantosos vêm acontecendo no mundo dos negócios, da politica, da família, da igreja e da sociedade enfim, através dos fenômenos cíclicos, geográficos, históricos, sociais e no mundo espiritual. Precisamos rever alguns conceitos sobre o relacionamento entre a Igreja e Deus. Essa revisão passa necessariamente por aquilo que precisamos entender - o caráter de Deus. Quando subestimamos o que a Deus é devido e nosso relacionamento com Ele é estremecido pelo nosso desvio e pecado, não resta outro caminho senão pedir-lhe o contrito perdão, ou então esperarmos o seu juízo.

Reflita nisso!

Extraído de O Jornal Batista, edição de 27.07.2014.