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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O Maior e Melhor Presente ao Senhor (Esboço de Mensagem)

Tema: O MAIOR E MELHOR PRESENTE AO SENHOR
Texto: Mt 2:9-11

Introdução: ...quem de nós aqui não fica em dúvida na hora de escolher 1 bom presente à alguém? ...E quando esse “alguém” é o Senhor Jesus? Os presentes dados ao Senhor Jesus pelos magos significavam:

    ouro → realeza
    incenso → divindade
    mirra → sacrifício

Creio que a maioria de vocês concorde que o MAIOR e MELHOR presente ao Senhor não sãos os dízimos e ofertas, ou o nosso trabalho dedicado na Obra d'Ele, e nem outra coisa... O MAIOR e MELHOR presente ao Senhor Jesus é com certeza o nosso coração. E sobre coração vale lembrar o que nos aconselha o sábio em Pv 4:23, ex: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”

Pontos que devemos vigiar na guarda do nosso coração, para que ele, o coração, seja SEMPRE um presente perfeito ao Senhor:

I – ANSIEDADE

Embora tenhamos conhecimento dos ensinamentos bíblicos sobre a forma como devemos lidar com a ansiedade, ex: 1 Pe 5:7; Sl 62:8 e Fl 4:6, na prática é MUIIITO difícil lidar com ela em algumas ocasiões.

Quando a ansiedade não é tratada pela fé no Senhor, ela pode se tornar num grande impedimento do coração ser um presente perfeito a Deus, pois num clima de ansiedade e tensão a pessoa dificilmente se concentra... Dificilmente se entrega melhor ao Senhor, além de sofrer os males que a ansiedade nos traz (fisicamente e emocionalmente).

Uma das dicas que o Senhor Jesus nos dá, além de orarmos a Ele, é sair do contexto, ex: “ ...olhar os lírios do campo”, “... olhar as aves do céu”, conforme nos ensina em Mt 6. Vendo como outras criaturas dEle são cuidadas por Ele, certamente nos lembraremos que há um Deus que cuida de nós também, independente da circunstância em que estivermos inseridos.

II – AMARGURA

Como a Bíblia diz que “... o coração alegre formoseia o rosto” (Pv 15:13), um coração amargurado certamente não ajudará nos relacionamentos, tanto com as pessoas quanto com Deus, e nem em nada na nossa vida.

Deve-se tratar a amargura, mesmo quando a mágoa for com o próprio Deus em razão de algo que Ele permitiu, contrariando nossas expectativas, ou mesmo pelas coisas que NÃO realizou em nossas vidas (ex: nossos sonhos AINDA não realizados por Ele).

A razão de vigiarmos quanto a isso é que a mágoa tem sido, também, um grande impedimento do nosso coração ser um presente perfeito a Deus.

III – ÍDOLOS

Não devemos pensar em ídolos somente como objetos materiais, e nem muito menos reduzi-los a imagens religiosas, ídolos podem ser qualquer coisa que estiver no lugar do Senhor em nosso coração.

No livro de Apocalipse vemos a repreensão do Senhor a uma igreja (Éfeso) que havia perdido o seu primeiro amor (Ap 2:4), e isso, o "perder o primeiro amor", acontece quando permitimos que outra coisa ocupe o lugar dEle (Senhor) em nosso coração, ex: O que deveria ser O primeiro, passa a ocupar outra posição em razão do ídolo que erguemos em Seu lugar... Acontece às vezes de algumas pessoas orarem anos por uma benção, e quando a recebem, adoram a "benção" ao invés do Senhor... Logo a "benção" se torna um ídolo, e isso é um ponto que devemos ter muito cuidado e atenção.

O Senhor deve ter a primazia em nossa vida e coração, pois Ele, que não divide a sua glória, deseja um coração sem ídolo concorrendo a Ele.

Conclusão: será que temos dado ao Senhor o nosso melhor presente? Como anda o seu coração?


Nota: mensagem pregada no Culto do dia 21/12/2011 na BR Distribuidora/Petrobrás.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Raul Seixas e a Bíblia - Texto de Luiz Sayão

É fato conhecido que um dos pioneiros do rock nacional, que fez muito sucesso há cerca de três décadas, foi o controvertido Raul Seixas. Numa mistura de protesto e busca por respostas para a vida, o conhecido “Raulzito” causou a mais diversificada reação em todo o país.

Pouca gente sabe que o falecido roqueiro conheceu o Evangelho de Cristo. Chegou até mesmo a ter um filho com sua primeira companheira, que era filha de um missionário norte-americano. Todavia, a perspectiva panteísta e agnóstica de Raul Seixas mostrou que o famoso cantor não abriu o coração para a mensagem do Evangelho. Sua morte não deixa dúvidas sobre isso!

Por incrível que pareça, se Raul Seixas não se deixou influenciar pelas boas novas de Jesus, parece-me que suas idéias estão cada vez mais presentes na realidade evangélica contemporânea. Será possível que estamos caminhando para uma “teologia do Raul Seixas”? Será que teremos um evangelho “maluco beleza”? O amigo leitor pode dar sua própria opinião.

Enquanto as Escrituras deixam claro que existe apenas um Deus verdadeiro, que está acima de sua criação (Is 44.6; Rm 1.18-21), a perspectiva panteísta aparece expressa na música “Gita”, de Raul. Ele afirmava: “Eu sou a luz das estrelas / A mãe, o pai e o avô / O filho que ainda não veio / O início, o fim e o meio.” Este enfoque tenta tirar de Deus a glória que só Ele tem e merece. De modo geral, o panteísmo que deifica a natureza acaba definindo como categoria suprema o fluxo do movimento. Heráclito sorriria no túmulo. Tais idéias, muito presentes nos filmes norte-americanos mais populares, parecem emergir do conceito de que Deus é uma energia, “um fluir” (unção?). Em certos redutos evangélicos já se pode perceber que Deus se tornou “um poder manipulável” por “comandos determinadores”. Além disso, o enfoque da teologia do processo, que já nos influencia com todos os seus desdobramentos específicos, também diminui Deus e o coloca sob o domínio do “fluxo do tempo”, sugerindo que Ele é apenas nosso sócio na construção da história.

METAMORFOSE AMBULANTE

A idéia da supremacia do fluxo do tempo desemboca na rejeição de outras categorias fixas. A única categoria é o próprio tempo, o novo senhor absoluto. Com esse pressuposto, já não podemos ter teologia e ética definidas e claras. Embora a Bíblia seja um livro de orientações muito cristalinas sobre Deus, a salvação e o propósito da vida (2 Tm 3.16,17; 2 Pe 1.19-21), para muitos evangélicos, a teologia “maluco beleza” é preferível. Como diria Raul: “Eu prefiro ser esta metamorfose ambulante / Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.” Se uma opinião for antiga, deve ser rejeitada! Há uma crise doutrinária e teológica em boa parte do meio evangélico. Muitas pessoas adotam hoje idéias liberais, místicas e extremistas sem a devida avaliação. Nesse caso, não importa sua fundamentação teológica, histórica e lógica. Viva a metamorfose!

Tal sensação de indefinição, presente no pensamento do roqueiro tupiniquim, ajudou a formar seu perfil estranho, controvertido e até mesmo bizarro. Não é que um grupo significativo de evangélicos também já tem se aproximado do esdrúxulo?! Há um certo desprezo pela reflexão, pela teologia, e o crescimento de práticas risíveis e simplesmente inacreditáveis. Será que podemos ouvir o eco da música de Raul ao contemplar grande parte do chamado meio evangélico atual? Será que estamos diante do “Contemplando a minha maluquez / Misturada com minha lucidez”? Até onde vai a nossa “maluquez”? Será que voltaremos à lucidez? Será que muitas reuniões religiosas de hoje estão nos deixando, “com certeza, maluco beleza”? Espero que essa sensação seja um exagero! Todavia, temo que não seja!

Não faz tanto tempo assim, os cristãos evangélicos entendiam que um culto de adoração a Deus tinha, de fato, Deus como o centro do culto. Muitos cânticos tinham letra elaborada, teologia saudável e enfatizavam os atributos e os atos de Deus. No entanto, em algumas reuniões dominicais de hoje, temo que o foco esteja sendo mudado. Novas canções falam de um amor quase romântico e indefinido, divertem a massa, exaltam unção, montanhas, Jerusalém, guerra etc. O conceito de dedicar o domingo para uma diversão sem propósito e finalidade bíblica é manifesta na teologia do Raul Seixas. Como ele mesmo dizia: “Eu devia estar contente pelo Senhor ter me concedido o domingo para ir ao jardim zoológico dar pipocas aos macacos”. Será que já podemos observar “uma fauna evangélica com suas macaquices litúrgicas”? Tomara que não! Espero que tudo que escrevo não passe de uma análise exagerada! Todavia, temo que não.

Como todo enfoque teológico, o pensamento do “teólogo-músico pós-ortodoxo” nacional, também possui as suas decorrências de ordem prática. Não há como fugir da realidade. A forma de pensar e ver o mundo influencia e determina a vida prática de qualquer pessoa. A verdade é que se adotarmos uma base panteísta, um pensamento relativista, uma ética indefinida e práticas místicas emocionalistas sem conteúdo, não chegaremos a lugar nenhum. E não é que o “grande teólogo-roqueiro” já sabia disso! Quem pode lembrar de sua “perspectiva teleológica” que determinou seu trágico fim? “Este caminho que eu mesmo escolhi / É tão fácil seguir/ Por não ter onde ir.”

Se a igreja evangélica brasileira desvalorizar a doutrina bíblica, desprezar a teologia, deixar de lado a ética e afundar-se no misticismo e nas novidades ideológicas frágeis, logo ela descobrirá que esse é um caminho “tão fácil de seguir”. O grande problema é que no final das contas “não teremos para onde ir”.

Mais do que nunca, precisamos desesperadamente voltar nossa atenção para as Escrituras Sagradas, com o verdadeiro desejo de obedecer a Deus e à sua verdade. Que Deus nos abençoe.

Fonte: http://www.revistaenfoque.com.br/index.php?edicao=64&materia=596

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Frases notáveis

"O maior sinal da derrota é quando já não se crê na vitória."
R. Montecuccoli

"Durante mais de quarenta anos, o sol nunca se levantou na China, sem me encontrar de joelhos, em oração."
Hudson Taylor

"Não há elevadores na casa do sucesso. Devemos subir os degraus, um a um."
Paul E. Holdcraft

"Um fracasso revela apenas isto: que a tua determinação para vencer não era bastante forte."
Christian N. Bovee

"Costumo caminhar devagar, mas nunca retrocedo."
Abraham Lincoln

"Para ser um pregador, você precisa de um sermão, para ser um Homem de Deus, você precisa de um altar."
Anônimo

"O pregador que não ora duas horas por dia não vale um vintém."
Leonard Havenhill

"Quando a lei de Deus está escrita em nosso coração, nosso dever é nosso prazer."
Mathew Henry

"O Chamado de Deus nunca deixa o homem onde o encontra..."
Joseph Hall

"Nunca me sinto melhor do que quando me esforço o máximo para Deus."
George Withefield

"Tente coisas grandes por Deus; espere grandes coisas de Deus."
William Carey

"Se o próprio Cristo só iniciou sua pregação depois de ter sido ungido, nenhum jovem deve pregar enquanto não tiver recebido a unção do Espírito Santo."
F. B. Meyer

"A maior necessidade de nossos dias é Poder do Alto."
C. G. Finney

"A única fé que salva é a daquele que se atira em Deus, para viver ou morrer".
Martinho Lutero

"Nenhum homem é plenamente aceito enquanto não for, antes de tudo, totalmente rejeitado."
Autor desconhecido

"Não se pode dizer que um homem sem firmeza de caráter pertença a si mesmo... Ele pertence a qualquer coisa que possa cativá-lo."
John Foster

"A primeira e maior vitória é a conquista de si mesmo."
Platão

"A pregação apostólica não se caracteriza por uma fala impecável, nem por floredos literários, nem por
expressões inteligentes, mas opera através de 'demonstração do Espírito e de poder'."
Arthur Wallis

"Se em algum lugar há um homem que, tendo estado com fome de Deus, não foi satisfeito, então a Palavra de Deus não se cumpre. Somos tão fartos quanto desejamos ser".
A. W. Tozer

"Sem muita oração e lágrimas não há avivamento".
C. G. Finney

"Há três situações que eu gostaria de ter vivido. São elas: ter conhecido Jesus pessoalmente; ter visto o Império Romano em seu esplendor e ter ouvido a pregação de Paulo."
Agostinho

"Incendeie-se por Deus, e os homens virão ver você pegar fogo."
John Weslley

"Não tenho todas as coisas, mas tenho alguma coisa; não posso fazer todas as coisas, mas posso fazer
alguma coisa; E aquilo que posso e devo fazer eu faço pela graça de Deus".
Moody

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei."
Jesus Cristo

Extraído e adaptado de: http://vigiai.net/news.php?readmore=11085

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Apologética Cristã - Parte 4 (Kardecismo)

Segue abaixo algumas das principais crenças do espiritismo kardecista (ou kardecismo):

Deus – na afirmação kardecista está presente a concepção deísta de Deus, conforme surgiu nos séculos 17 e 18: não nega a sua existência, mas rejeita um relacionamento de Deus com o homem; Deus é impessoal, sem atributos morais ou intelectuais. A crença kardecista diz que “Deus é a inteligência suprema, causa primária de toas as coisas”.

Jesus Cristo – em suas Obras Póstumas, Allan Kardec deixou bem claro que, para os espíritas, Jesus não é Deus. Outro espírita, João Batista Roustaing, que deu origem aos rustenitas, afirmou que o corpo de Jesus não era real de carne e osso, mas aparente e meramente fluídico. Guillon Ribeiro compendiou a cristologia espírita no título que deu ao livro: Jesus: nem Deus nem Homem.

Espírito Santo – o espiritismo julga-se a terceira revelação, pretendendo mesmo ser o Espírito Santo prometido por Jesus. Chegam a profanar o Santo Espírito do Senhor comparando-o com os espíritos imundos que eles invocam e mantém contato.

Redenção – para Kardec, cada um deve ser seu próprio redentor, através das reencarnações e das obras. No espiritismo não existe soteriologia, mas apenas antropologia: a doutrina da salvação em Cristo é substituída pela doutrina da salvação pelo próprio homem. Leon Denis, ao negar a eficácia da missão redentiva de Cristo pelo seu sangue, diz “... O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal”.

Contatos com os mortos – crêem na possibilidade de comunicação de espíritos de mortos com os vivos, cuja intermediação é realizada através de um médium (pessoa que incorpora os espíritos).

O Céu, o Inferno e o Diabo – os espíritas não crêem na existência do Céu e nem do Inferno; e também é quase unânime a descrença na existência do Diabo. Obs: digo “quase unânime” porque, por ser o espiritismo uma religião sincrética (sobre sincretismo veremos mais adiante), quando influenciada por outra religião é possível que alguns creiam.

Imagem de Allan Kardec, fundador da seita.

R E F U T A Ç Ã O:


1) Segundo as Escrituras, a evocação dos mortos, a consulta aos mortos, aos adivinhos, feiticeiros, necromantes, são abomináveis a Deus. Deus proíbe tais práticas – Ex 22:18; Lv 19:26,31; 1 Sm 28:3; 2 Cr 33:6; At 13:6-12; Gl 5:19-21; entre outras;

2) A crença na reencarnação não subsiste diante das Escrituras (Ec 12:7; Hb 9:27). É antibíblica e absurda. O corpo volta à terra, nos diz a Bíblia, e o espírito volta para Deus; não há possibilidade de reencarnação;

3) Se os espíritas crêem num aperfeiçoamento pela evolução espiritual, através do sofrimento e das boas obras, as Escrituras Sagradas abundam em textos que negam tal pensamento – Jo 1:12; 3:16-18; At 16:31, Rm 3:10-12; 23-28; Is 64:6; Ef 2:8,9; 2 Co 5:15-17; entre outras;

4) A Bíblia nos dá argumentos para crermos no céu como recompensa dos que crêem em Cristo e lhe são obedientes, neste mundo. Jesus falou do céu, disse que veio do céu, de que Cristo está no céu – Mt 5:12; Jo 1:51; Ef 1:20,21; Cl 1:5; Fl 1:20; 1 Pe 1:4; entre outras;

5) A respeito de questionarem a divindade de Jesus, a refutação é que se Ele não fosse Deus, jamais permitiria ser adorado como foi pelos magos (Mt 2:11); pelas crianças (Mt 21:15,16), pelo leproso (Mt 8:2), pelo cego de nascença (Jo 9:38), pelos anjos, animais e anciãos ao redor do trono (Ap 4 e 5), entre outros. Sem contar que há na Bíblia várias exortações a Sua adoração, entre elas Fl 2:9-11 e Hb 1:1-6. No entanto, além do fato de Jesus ter sido adorado e ter aceitado adoração, vários outros argumentos também são utilizados na apologia a divindade de Jesus, entre elas: Jesus se declarou Deus - Mt 4:7; Jo 8:58 (obs: o mesmo nome usado por YHWH em Êxodo 3.14: EU SOU); Jo 10:30; 14.9; Ap 1:8; além disso podemos também citar o fato de várias profecias messiânicas serem cumpridas em Jesus Cristo, ex: Gn 3:15 (semente da mulher) com Gl 4:4 “vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”; Nm 24:17 (descendente de Jacó) com Mt 1:2 “Abraão gerou a Isaque; Isaque, a Jacó; Jacó, a Judá e a seus irmãos”; Dt 18:15 (profeta mais importante) com At 3:20,22 “E envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado. Porque Moisés disse aos pais: O Senhor vosso Deus levantará de entre vossos irmãos um profeta semelhante a mim; a ele ouvireis em tudo quanto vos disser.”; Sl 110 (o grande sumo sacerdote) com Hb 5:5,6 “Assim, também Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei; como em outro lugar também diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque” e Is 53:3 (rejeitado por sua gente e por todos) com Jo 1:11 “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” e Rm 3:10,23 “como está escrito: Não há justo, nem um sequer, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.”

FONTE PESQUISADA:
 
- SEITAS DO NOSSO TEMPO – Volume 5 Seitas Espíritas. Tácito da Gama Leite Filho. Editora JUERP.


sábado, 23 de julho de 2011

Apologética Cristã - Parte 3 (Mormonismo)


Segue abaixo alguma das principais doutrinas da Igreja dos Santos do Últimos Dias, também chamada de Igreja Mórmon:

Deus – para os mórmons, Deus em sua forma é como o homem: tem um corpo sensível de carne e ossos; está em constante progresso; não foi sempre tão poderoso como é agora; Deus é o pai de todos os espírito dos homens. “O homem é o que Deus já foi, e Deus é o que homem poderá ser”.

Jesus Cristo – par eles, Jesus Cristo é o Filho de Deus e creem no seu sacrifício expiatório para a nossa salvação; creem que ele ressuscitou e voltará para julgar vivos e mortos. Entretanto, consideram Cristo apenas como o irmão mais velho dos homens; Jesus foi o primeiro espírito criado por Deus, gerado na terra como todos nós: seu pai era imortal e sua mãe mortal; era predestinado a ser o Salvador da humanidade, vivendo sem pecado na terra. Sendo que os mórmons não fazem diferença entre “gerar” e “criar” e além disso, afirmam que depois de ressurreto Jesus veio a América do Norte, pregou aos habitantes, nomeou apóstolos e deixou uma igreja organizada.

A Salvação – ensinam que vem pelas obras, principalmente pela obediência aos preceitos e às cerimônias da seita. Acreditam também que o homem terá uma segunda oportunidade, após a morte, através do batismo pelos mortos. Para eles, todos os que morreram antes de 1830 estão perdidos. Negam que o homem seja pecador e atribuem ao batismo poder também para lavar os pecados.

O Espírito Santo – para os mórmons, o Espírito Santo é mais um deus da trindade, com as mesmas características do Deus Pai. “Pai, Filho e Espírito Santo são em pessoa e forma do mesmo modo separados, como quaisquer outras pessoas o são em seu estado de mortalidade.”

O Casamento – para os mórmons, o casamento civil só é válido neste mundo; é necessário casar-se diante das autoridades mórmons e em lugares determinados, para que sejam válidos no além-túmulo. Ainda que sejam realizados segundo os preceitos mórmons, podem ou não perdurar por toda a eternidade, dependendo da afinidade ou não afinidade espiritual entre os cônjuges. A doutrina de Joseph Smith, o fundador da seita, contém dois elementos: a pluralidade de esposas e o matrimônio espiritual.

Os Anjos – os mórmons não creem nos anjos como sendo superiores aos homens. Ensinam que os homens chegarão a ser anjos, e que os anjos são seres humanos melhorados. O arcanjo Miguel, por exemplo, para eles é o mesmo que Adão. Os que não se casam dentro do mormonismo e seus rituais, ou os solteiros, tornar-se-ão anjos; os que se casam dentro do mormonismo chegam ao nível da divindade.

O Homem – o mormonismo concede ao homem um posto elevado de deus e rebaixa Deus ao nível de homem. A queda do homem é aprovada: foi uma oportunidade para ter os olhos abertos e um direito para ter descendência. Os homens estão sempre progredindo e chagam a tornar-se como Deus. Creem que, antes de nascer, o homem já procurava progredir, chegando ao ponto de não poder aprender mais alguma coisa. Neste raciocínio eles entendem que o homem deve esforçar-se, através das obras, para se aperfeiçoar. O pecado para eles é tudo que retarda ou impede esse progresso e o “diploma final” é a frase: Tu és um deus!

Os Sacerdócios – em Doutrinas e pactos, um dos ensinamentos de Joseph Smith diz o seguinte: “Mas há duas divisões ou grandes cabeças: uma é o sacerdócio de Melquisedeque, e a outra é o sacerdócio arônico ou levítico. O ofício do ancião fica subordinado ao sacerdócio de Melquisedeque. O sacerdócio de Melquisedeque detém o direito da presidência, e tem o poder e autoridade sobre todos os ofícios da Igreja, em todas as eras do mundo, para administrar em coisas espirituais”. Para eles, o sacerdócio arônico foi supostamente restaurado quando João Batista apareceu a Smith e a Oliver Cowdery, conferindo-lhes o sacerdócio arônico.

R E F U T A Ç Ã O:

1) Deus sempre foi o mesmo, nunca mudou – Ex 3:14; Sl 90:2; 102:11-27; Jr 10:10 e Tg 1:17;
2) Deus é o único e imortal – I Tm 6:16;
3) Deus é o Deus vivo, uma personalidade – Is 40:28-31; 57:15; Sl 23; At 7:55,56; 17:25-26; Ap 1:18.
4) Deus é espírito, e não carnal – Jo 1:18; 4:24; 6:46; Fl 3:3; I Tm 6:16;
5) Deus é santo e sem pecado, e não sensual, como dizem os mormos – Is 6:3; Hb 9:14; Tg 1:13; I Pe 1:16; Ap 15:4;
6) Jesus Cristo é a imagem do Deus visível; tudo foi criado por meio dEle e para Ele; Ele é antes de todas as coisas e nEle tudo subsiste; Ele tem poder para perdoar pecados – Jo 1:1-14; Col 1:16-17; Hb 1:2; I Jo 1:7-9;
7) Jesus Cristo: gerado pelo Espírito Santo que atuou em Maria – Mt 1:18; Lc 1:31-35;
8) Primogênito (Cl 1:15; Ap 1:5) significa preeminente em tudo (Sl 89:27; Ex 4:22; I Co 15:23); herdeiro de tudo (Hb 1:2); tem direito sobre tudo (Ap 5:9);
9) É nosso Senhor e Deus – Jo 20:28;
10) Somos filhos de Deus através da fé em Jesus Cristo - Jo 1:12;
11) A salvação é pela fé em Jesus Cristo – Jo 3:36; 14:6; At 4:12; Rm 5:8,9; Ef 1:7; I Pe 1:18,19;
12) Os homens morrem uma só vez e depois são julgados – II Co 6:2; Hb 9:27;
13) A Bíblia não contém uma passagem sequer que encoraje o batismo pelos mortos. Dois grupos pagãos na época de Paulo praticavam isso: os montanistas e os marcionistas. I Co 15 se refere à ressurreição de Jesus Cristo e a certeza da vida eterna com o Deus dos salvos;
14) Todos os homens serão ressuscitados: os salvos para a vida eterna e, os perdidos, para a condenação eterna – Jo 6:40; 5:29; Ap 20:3-6, 15;
15) O Espírito Santo é uma pessoa – Rm 8:27; Ef 4:30; At 16:7; Jo 14:26;
16) O Espírito Santo é igual a Deus Pai e Deus Filho – Mt 28:19; II Co 13:13;
17) Jesus Cristo aprovou o casamento monogâmico – Mt 19:5-9; Jesus considerou adultério o olhar com más intenções para uma mulher – Mt 5:28;
18) Os líderes da igreja devem ser por excelência monogâmicos – I Tm 3:2;
19) O crente deve ser esposo de uma só mulher – Ef 5:24-33; Rm 7:2,3; I Co 7:39;
20) Na eternidade não há casamento – Mt 22:29,30;
21) Os anjos não são oriundos de homens aperfeiçoados e são superiores aos homens, sendo criados antes deles – I Co 4:9; Sl 8:4,5;
22) Uma parte do ministério dos anjos é assistir a igreja – Mt 13:41; 24:31; Hb 1:14; Sl 91:11,12;
23) Dominam forças e elementos da natureza – Ap 7:1; 14:18; 16:4;
24) Assim como Satanás enganou o homem dizendo: “Como Deus sereis” (Gn. 3:5), o mormonismo continua enganando os homens através de suas doutrinas;
25) O pecado não é um freio, mas uma desobediência, um ultraje a Deus, uma declaração de se tornar independente de Deus – Gn 2:17; Jó 38:4; Sl 51; Is 14:12-14;
26) O pecado separa o homem de Deus, e somente o sacrifício de Cristo pode trazer-lhe a salvação – Rm 3:23; 5:12-19; 6:23;
27) O homem é criatura de Deus – Gn 1:26; 2:7, 18-25;
28) Mórmon algum foi separado para o sacerdócio, como foram Arão e seus filhos – Ex 28, 29. Obs: os sacerdotes eram da tribo de Levi, descendentes diretos de Arão – os mórmons alegam que vêm das tribos de Efraim e Manasses, e não praticam o sacrifício, função principal do Antigo Testamento;
29) Melquisedeque foi antes de Arão e apresentou-se como sumo sacerdote e rei (Gn 14). Foi uma figura de Jesus Cristo que é sumo sacerdote para sempre – Hb 7:21-24; 10:18-21;
30) Todos os crentes são considerados sacerdotes, no sentido espiritual – I Pe 2:9; Ap 1:4-6.

FONTE PESQUISADA:
 
- SEITAS DO NOSSO TEMPO – Volume 1 Seitas Proféticas. Tácito da Gama Leite Filho. Editora JUERP.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

CARTA ABERTA A POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO


Povo Fluminense,

Os Bombeiros do Rio de Janeiro, profissionais trabalhadores, ordeiros e competentes, em respeito à população que sempre defenderam, por vezes com o sacrifício da própria vida, vem a público esclarecer o que tem ocorrido na Corporação e no Governo do Estado e o que levou companheiros e seus familiares a desafiarem os desmandos do Comandante Geral Cel Pedro Marco e do Governador Sérgio Cabral.

Como sabemos, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro é uma corporação voltada para a preservação de vidas e proteção de Bens da população do Estado do Rio de Janeiro.

Ao longo da sua existência, o CBMERJ sempre se pautou pela hierarquia e disciplina e também pela credibilidade de seus serviços, estando ao lado da população Fluminense em todas as suas aflições e enfrentando com bravura as calamidades naturais que atingem o Estado. São inúmeras as vidas salvas e os bens preservados pelos profissionais do Corpo de Bombeiros, que a população chama carinhosamente de Heróis. Ao nos formarmos, juramos defender a população com o Sacrifício da nossa própria vida e assim temos feito ao longo desses 155 anos de existência.

A Corporação recolhe cadáveres, combate os mosquitos da dengue, atua nas UPAS, guarnece o sambódromo no carnaval e atua no Rock in Rio (sem remuneração extra, embora o evento seja cobrado ao público), além de exercer as suas funções de salvamentos e combate à incêndio, recebendo um dos PIORES SALÁRIOS pagos pela categoria no Brasil (tabela ao Final).

O reequipamento da Corporação não é mérito do Governador, mas sim da população do Estado do Rio de Janeiro que paga a taxa de incêndio e que, ainda assim, não sabe que os recursos não são totalmente destinados à Corporação.

A Ira do Sr. Sérgio Cabral, com os Bombeiros, vem de 2009, quando foi vaiado pela Corporação durante o lançamento da Campanha ?Cultura Antidengue? no ginásio do Maracanãzinho e desde então tem discriminado os Bombeiros militares, sejam nas gratificações (usando seu poder de discricionariedade) seja nas condições de trabalho (vocês viram alguma homenagem aos heróis que morreram na calamidade da Região Serrana?)

Agora, a população do Estado do Rio de Janeiro, assiste a sua Corporação de heróis ser aviltada e achincalhada pelas atitudes ditatoriais do Governador Sérgio Cabral que culminou com os manifestantes adentrando o Quartel Central da Corporação, no ultimo dia 03, para serem ouvidos pelo seu Comandante Geral, que omisso, serviu de ?pau mandado? do governador Sérgio Cabral e ignorou os clamores de sua Tropa, nem comparecendo ao local.

O Governador Sérgio Cabral, adotando os melhores recursos da DITADURA, mandou o BOPE invadir com tiros e bombas o Quartel Central do Corpo de Bombeiros, ferindo militares honestos, mulheres e crianças indefesas. Atitude inadmissível em um Estado democrático de Direito!

Porque o Comandante Geral do CBMERJ, Cel Pedro Marco, não tomou as medidas necessárias para a retirada de seus militares do pátio do Quartel Central? Estavam todos desarmados e com seus familiares. Não era necessário o uso da força e sim do diálogo. Os Bombeiros são pacíficos por natureza.

O Governador nunca gostou da Corporação. Nomeou para Secretário o Ex médico do CBMERJ Sérgio Côrtes, um homem que deixou a Corporação por não concordar com os baixos salários e a carga de trabalho excessiva e agora nada faz para ajudar a Corporação, apenas integra os desmandos administrativos e superfaturados do Governo do Estado na área da saúde.

Assistimos perplexos ao Comandante Geral da PMERJ usurpar o Comando do CBMERJ e se dirigir, dentro do quartel dos Bombeiros, à tropa de profissionais honestos como se bandidos fossem.

Nossos militares foram presos e conduzidos aos quartéis da PMERJ como criminosos apenas por reivindicar dignidade profissional!

Se nossos companheiros erraram ao ADENTRAR a SUA SEGUNDA MORADA, o Governador foi CRIMINOSO e DITATORIAL ao ordenar a invasão do Quartel Central dos Bombeiros pelo BOPE com uso de FORÇA, TIROS E BOMBAS, como se ali fosse uma antro de criminosos e não de profissionais que arriscam a sua vida pela população, CAUSANDO FERIMENTO EM MULHERES E CRIANÇAS e obrigando a nossos companheiros ao confronto.

AJUDEM AQUELES QUE SEMPRE O SOCORRERAM!!!

NUNCA DEIXAMOS DE ATENDER E SOCORRER A POPULAÇÃO!

MOSTRE A SUA INDIGNAÇÃO POR ESSE ATO VIOLENTO E DITATORIAL DO GOVERNADOR SERGIO CABRAL!!!

MOSTRE O SEU APOIO AOS BOMBEIROS!

ENVIEM ESSA CARTA PARA TODOS OS SEUS AMIGOS.

ACOMPANHEM E APOIEM O NOSSO MOVIMENTO PELO SITE http://www.sosguardavidas.com

SALÁRIOS BRUTOS NO BRASIL:

01º - Brasília - R$ 4.129.73
02º - Sergipe ? R$ 3.012.00
03º - Goiás ? R$ 2.722.00
04º - Mato Grosso do Sul ? R$ 2.176.00
05º ? São Paulo ? R$ 2.170.00
06º ? Paraná ? R$ 2.128,00 1
07º - Amapá ? R$ 2.070.00
08º ? Minas Gerais - R$ 2.041.00
09º - Maranhão? R$ 2.037.39
10º ? Bahia ? inicial - R$ 1.927.00
11º - Alagoas - R$ 1.818.56
12º - Rio Grande do Norte ? R$ 1.815.00
13º - Espírito Santo ? R$ 1.801.14
14º - Mato Grosso ? R$ 1.779.00
15º - Santa Catarina ? R$ 1.600.00
16º - Tocantins ? R$ 1.572.00
17º - Amazonas ? R$ 1.546.00
18º - Ceará ? R$ 1.529,00
19º - Roraima ? R$ 1.526.91
20º - Piauí ? R$ 1.372.00
21º - Pernambuco ? R$ 1.331.00
22º - Acre ? R$ 1.299.81
23º - Paraíba ? R$ 1.297.88
24º - Rondônia ? R$ 1.251.00
25º - Pará ? R$ 1.215,00
26º - Rio Grande do Sul ? R$ 1.172.00
27º - Rio de Janeiro - R$ 1.031,38 (SEM VALE TRANSPORTE)

O RIO DE JANEIRO é o Estado que mais recebe investimentos no Brasil, é o 2º que mais arrecada impostos.

Pretende Sediar o Rock in Rio, as Olimpíadas militares, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.

Há algo de errado e Podre no Governo do Exmo Sr Governador Sérgio Cabral Filho!!!

Fonte: OPBB Carioca (via e-mail)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Texto "O desatino de uma lei que regulamenta a relação homoafetiva" - Hernandes Dias Lopes

O Supremo Tribunal Federal reconheceu como legal e legítima a união homoafetiva, dando às pessoas do mesmo sexo, que vivem juntas, todas as garantias da lei como se casadas fossem. Essa é a tendência de uma sociedade secularizada que não leva em conta a verdade de Deus. A raça humana, na sua corrida desenfreada rumo à degradação dos valores morais, abafa a verdade, amordaça a voz da consciência e conspira contra os princípios absolutos que emanam da Palavra de Deus. A ira de Deus, porém, se revela desde o céu contra toda essa impiedade e perversão e o primeiro sinal dessa ira é que as pessoas perdem qualquer senso de culpa. Elas pecam e não sentem mais tristeza pelo pecado. Antes, aplaudem suas loucuras, fazem apologia de sua decadência e censuram aqueles que discordam de sua sandice, rotulando-os de radicais. Vamos, aqui, examinar alguns aspectos dessa decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal à luz das Escrituras:

1. A decisão conspira contra a Palavra de Deus. Ao longo da história as constituições procuraram se inspirar na Palavra de Deus, a carta magna da liberdade e da justiça. A relação homoafetiva, ou seja, a união entre pessoas do mesmo sexo está na contramão da verdade de Deus. É uma abominação para Deus (Lv 18.22). Trata-se de um erro, uma disposição mental reprovável. Não é uma relação de amor, mas uma paixão infame (Rm 1.24-28). Se a Palavra de Deus é infalível e inerrante, qualquer lei humana que atente contra ela, constitui-se em conspiração contra Deus e em vileza contra a raça humana. Mais do que isso, a decisão do STF conspira também contra a Constituição Federal, pois esta define casamento como a união entre um homem e uma mulher.

2. A decisão conspira contra a família. Quando o Supremo Tribunal Federal concede a um “casal” homossexual o direito e o privilégio de adotar uma criança, perguntamos: Que tipo de educação essa criança vai receber? Sob que influência essa criança vai crescer? Que valores morais ser-lhe-ão transmitidos? Os pais ensinamos filhos não apenas com palavras, mas, sobretudo com exemplo. É a prática homossexual um comportamento a ser promovido e recomendado? Queremos ver nossas crianças seguindo por esse caminho? Levantaremos essa bandeira? A verdade dos fatos é que a nossa sociedade perdeu a noção de certo e errado. Nessa sociedade permissiva não há mais a ideia de pecado. Tudo é permitido. Nada é proibido. Há uma inversão de valores. Faz-se apologia daquilo que Deus abomina e cumula-se de benefícios aquela relação que Deus chama de disposição mental reprovável, erro e torpeza. Abre-se, assim, as comportas do grande abismo. As torrentes da maldade inundarão as famílias e a sociedade, sob os auspícios da lei.

3. A decisão conspira contra a sociedade. Um “casal” homossexual não pode cumprir o papel da propagação da raça. É um “casamento” que legitima uma relação contrária à natureza. Trata-se de uma lei que legaliza aquilo que Deus considera ilegítimo. É uma constuição humana que conspira contra a constituição divina. É o homem inculcando-se por sábio, mas tornando-se louco. As leis justas são inspiradas na lei de Deus. As constituições mais humanas sempre espelharam a Palavra de Deus.

Por isso, quando uma nação despreza a verdade de Deus, avilta a ética e atenta contra a família. Contra todas as racionalizações humanistas, que buscam sacudir o jugo de Deus para abraçar o relativismo moral, a Bíblia é categórica em nos dizer que: “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor” e não a nação que promove o pecado e faz troça da virtude, chamando luz de trevas e trevas de luz (Is 5.20). A sociedade que anda no trilho da verdade e pauta sua conduta pelas Escrituras, marcha resoluta pelas veredas da justiça e colhe os frutos sazonados da santidade e da bem-aventurança. Aqueles, porém, que entram pelos atalhos do descalabro moral, caem nas insídias do pecado e colhem os frutos amargos da sua própria insensatez.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

sábado, 14 de maio de 2011

Apologética Cristã - Parte 2 (Arianismo)

Segue abaixo algumas das principais doutrinas dos Testemunhas de Jeová, cuja seita (ou sistemas de crenças) é também chamada Arianismo:

Jesus Cristo – para os Testemunhas de Jeová, Jesus Cristo era um deus, mas não o Deus Todo-Poderoso, porque foi a primeira das criações de Jeová e não pensava ser co-igual a Jeová; Jesus é uma divindade inferior a Jeová. Negam a encarnação de Cristo e não admitem que possuísse duas naturezas. Negam o poder de Jesus Cristo de fazer a expiação por nossos pecados. Negam a ressurreição corpórea de Jesus Cristo e sua vinda visível.

A Trindade – para os Testemunhas de Jeová, a origem da Trindade remonta aos antigos babilônicos, egípcios e à mitologia antiga; Satanás deu origem à Trindade. Dizem não se encontrar o termo trindade na Bíblia e por isso não podem crer nela.

O Espírito Santo – para os Testemunhas de Jeová, o Espírito Santo não é uma pessoa, pois assim admitiriam a doutrina da Trindade; o Espírito Santo é apenas uma força ativa de Deus, através da qual ele realiza os seus propósitos e executa sua vontade. O Espírito Santo, para eles, é apenas uma influência ou emanação de Deus. Somente pode ser recebido dentro da comunidade deles.

A Salvação – para as Testemunhas de Jeová, o sacrifício de Cristo não garante a vida eterna, mas somente nos propicia uma nova oportunidade. Jesus somente expiou o pecado de Adão e retirou a pena de morte, a fim de que todo homem pudesse ter nova oportunidade. Afirmam que a pessoa que crê em Jesus Cristo tem a vida eterna somente no futuro: não é nascido de Deus. Crêem na salvação através da prática das obras: principalmente assistir às suas reuniões e expandir a seita.
Para os Testemunhas de Jeová, Cristo não é Deus encarnado, não há Trindade, o homem tem destino eterno; então, o significado da cruz também é bem diferente.

A mortalidade da alma – a doutrina da mortalidade da alma dos Testemunhas de Jeová é semelhante à dos adventistas: a alma deixa de existir até a ressurreição. “A morte é um período de absoluta inexistência”. A alma humana é semelhante à alma dos animais, que pode ser destruída. Ensinam ainda que os maus terão outra oportunidade de receber a Cristo durante o milênio. Finalmente, os maus serão destruídos, aniquilados.

O Céu e o Inferno – os Testemunhas de Jeová dizem que o inferno é a morte física, é a sepultura. No livro Seja Deus verdadeiro, está assim: “É tão patente que o inferno da Bíblia é o túmulo ou sepultura comum da humanidade, que até mesmo uma criança sincera pode entender isso, mas não os teólogos religiosos” (p. 89). Em suma, não existe o inferno, lugar de tormento para os ímpios. O céu, para eles, é a “capital ou o corpo governante da Organização de Jeová”, para onde irão as 144.000 pessoas, que são a “Congregação Celestial” ou o “Corpo de Cristo”. Segundo pregam, os crentes não vão para o céu após a morte; antes, após o fim deste mundo, o céu será o lugar onde se concretizará o reino de Deus, com a presença de todos os salvos.

Escatologia – segundo os adeptos da seita, Jesus Cristo voltou em 1914, “o tempo do fim dos gentios”, e, em 1918, veio para o seu “templo” que são os 144.000, com os quais ele constituiu a “igreja”. Em 1918, Cristo ressuscitou seu pequeno rebanho, cumprindo-se I Tessalonicenses 4:16. Dizem ainda os Testemunhas de Jeová que, em 1935, Jeová lhes revelou que as multidões do Apocalipse (7:9, 10) e que ganharão a vida eterna na terra, e não no céu.

Transfusão de Sangue – apesar de muitas proibições e condenações feitas pelos Testemunhas de Jeová serem absurdas, enfatizamos essa, que a medicina e a ética cristã não podem admitir.
Baseados em alguns versículos bíblicos que na realidade nada têm a ver com transfusão de sangue, mas com o comer sangue (Gn 9:4; Lv 17:10-16; At 15:20-29), os Testemunhas de Jeová não admitem, sob hipótese alguma, receber sangue.

Imagem de Charles Taze Russell, fundador da seita.

R E F U T A Ç Ã O:

1) A divindade de Jesus Cristo – Jo 1:1; 5:19, 21; 14:30, 31; Mt 1:23; 16:16; Rm 9:5; Tt 2:13; I Tm 3:16; Cl 1:16; Fl 2:6; Tt 2:13; entre outras;
2) A encarnação de Jesus Cristo – Jo 1:14; At 1:11; I Tm 2:5; 3:16; Hb 10:11-14; Fl 2:6-11; I Jo 1:7; Is 9:6;
3) A ressurreição de Jesus Cristo – Lc 24:39-41; Jo 20:27, 28; Rm 4:25; entre outras;
4) A volta de Cristo – Jo 14:3; At 1:11; I Ts 1:10; entre outras;
5) Jesus Cristo foi gerado por Deus e recebeu o título de “o primogênito de toda a criação”; Jesus Cristo é Deus criador e não apenas obreiro associado na criação – Jo 1:14, 18; Cl 1:16; Hb 1:2; entre outras;
6) Deus claramente se manifesta numa existência triúna: Gn 1:26; 11:7; Mt 3:16, 17; II Co 13:13; Ef 2:18; Hb 9:14; Jd 20, 21; entre outras;
7) Os atributos do Espírito Santo são de quem possui personalidade: intelecto (I Co 2:10-13; Ef 1:17; Rm 8:27); emoções (Ef 4:30); vontade (At 16:6-11; I Co 12:11);
8) O Espírito Santo é divino: é chamado 22 vezes de Espírito de Jeová; 31 vezes de Espírito de Deus; 30 vezes de Espírito do Senhor. É onipresente (Sl 139:7); participou da criação (Jó 33:4; Gn 1:2); é o doador da vida (Rm 8:2, 11); possui sabedoria criadora (Is 40:13). O Espírito Santo é chamado de Deus (At 5:3, 4). O Espírito Santo gerou a Jesus (Lc 1:35) e somente Deus pode gerar a vida.
9) Quanto a Salvação, o ensinamento Bíblico é que há necessidade de reconciliação com Deus – Rm 5:10, 11; II Co 5:18; Cl 1:20;
10) Segundo as Escrituras, Salvação é passar da morte para a vida (Jo 5:24); é ter vida eterna (Lc 19:9, 10; I Jo 5:11-13); é nascer de novo (Jo 3:3-6; II Co 5:17; Ef 4:24); é ir para o céu após a morte (Jo 14:3; 17:24). Qualquer pessoa pode ser salva, arrependendo-se e crendo em Cristo (Jo 3:16; At 16:31: II Pe 3:9);
11) A alma e o corpo são distintos – Mt 10:28; Mc 14:38; I Co 5:5; I Ts 5:23; entre outras;
12) A alma está dentro do homem – Jo 32:8; Sl 42:6; Ez 37:6, 8, 10;
13) A alma não morre, porque Deus é Deus dos vivos e não dos mortos – Mc 12:26, 27;
14) O céu é o lugar onde todos os salvos morarão com Deus – Gn 5:24; Mt 17:3; Jo 14:2; At 7:56-59; entre outras;
15) Os salvos formarão uma multidão incontável – Ap 7:9-17; 19:1;
16) O inferno é um lugar preparado para o diabo e os seus anjos (Mt 25:41; II Pe 2:4; Ap 20:1-3) e também um lugar de castigo eterno (Sl 9:17; Mt 5:22; 8:12; Lc 16:25, 28; entre outras);
17) Quanto a volta de Jesus Cristo, ninguém, com exceção do Pai, sabe o dia e a hora em que Ele voltará – Mt 24:36, 42, 44; At 1:7;
18) Cristo voltará com alarido, com voz de arcanjo e com trombeta de Deus (I Ts 4:16), e voltará também acompanhado dos anjos e de todos os santos (Mc 8:38; II Ts 1:7; Jd 19) A ressurreição, além de ser visível, será feita em duas etapas: a primeira, dos que morreram em Cristo, e a última, dos ímpios – Jo 20:19-28; I Co 15:44; I Jo 3:2; Jo 5:28, 29; At 24:15; Ap 20:5, 6; entre outras.


FONTE PESQUISADA:

- SEITAS DO NOSSO TEMPO – Volume 1 Seitas Proféticas. Tácito da Gama Leite Filho. Editora JUERP

domingo, 3 de abril de 2011

Texto "Pastores que sofrem nas mãos da Igreja - O outro lado da moeda" - Renato Vargens

Enviei recentemente este texto para alguns amigos e, dada a sua grande repercussão (comentários, notas, etc.), resolvi postá-lo em meu Blog; citando, é claro, o autor e a fonte... Segue abaixo então mais um EXCELENTE texto de Renato Vargens (pastor, escritor e conferencista):

Pastores que sofrem nas mãos da Igreja – O outro lado da moeda.

Devido a existência de uma casta de pastores que vivem nababescamente fazendo do nome Deus catapulta para o enriquecimento pessoal, um número incontável de pessoas associam o ministério pastoral a um meio fácil e desonesto de enriquecer e ganhar dinheiro.

Lamentavelmente sou obrigado a concordar que alguns dos chamados “ministros de Deus”, em virtude da fama e do poder que o ministério lhes pode conceder, negociaram a fé, trocando suas almas, sonhos e dignidade por trinta moedas de prata. Tais pessoas imbuídas de uma espiritualidade mistica e sensasionalista transformaram-se em mascates da fé promovendo invencionices escalafobéticas cujo objetivo final é a sua prosperidade financeira. Todavia, ao contrário do que se possa imaginar existem em nosso país, milhares de pastores que não se dobraram diante deste espírito mercantilista. Na verdade, conheço inúmeros ministros do evangelho que passam significativas necessidades simplesmente pelo fato de terem se recusado a vestir a carapuça do coronelismo, optanto assim por viver a vida cristã de forma santa, irrepreensível e ilibada.

Alguns destes ministros (nem todos, graças a Deus) sofrem horrores nas mãos de seus conselhos, presbitérios e assembleías, que de forma desrespeitosa humilham seus pastores pagando-lhes um salário de fome. Não são poucas as vezes que diante de uma crise financeira a igreja propõe a diminuição do salário pastoral ou o corte do plano de saúde dos filhos, ou até mesmo demissão do ministro. Para piorar a situação, alguns consideram o trabalho do pastor fácil demais, daí não entenderem a necessidade do pastor gozar férias, isto sem falar no massacre emocional que fezem sobre a esposa e familia do pastor exigindo deles perfeição em todos os momentos da vida.

Caro leitor, ouso afirmar que alguns irmãos não tratam seus pastores como deveriam. Vez por outra recebo emails ou ouço de algumas pessoas criticas relacionadas ao salário dos pastores. Ora, como mencionei anteriormente, sei existem alguns pastores que vivem nababescamente usufruindo do dinheiro do povo de Deus, no entanto, a esmagadora maioria dos líderes cristãos lutam com dificuldade para sustentar suas famílias. Sei de incontáveis histórias de homens de Deus que trabalham duro fazendo tendas, visto que a igreja que pastoreia não valoriza o seu serviço pastoral pagando-lhe um salário digno.

Ora, assim como os membros de sua igreja o pastor precisa pagar suas dividas, saldar seus impostos, vestir seus filhos, pagar escola, comprar material escolar, e tantas outras coisas mais. No entanto, parece que parte da igreja de Cristo encontra-se anestesiada quanto as necessidades de seus líderes espirituais, mesmo porque, para alguns o pastor não deveria receber salário.

Há pouco soube de uma história no mínimo triste. O tesoureiro de uma igreja teve a cara de pau de afirmar o seguinte: - “Ué, ele não é pastor? Que viva pela fé! A igreja não tem dinheiro para pagar este mês o salário dele.” Em outra situação, a junta diaconal disse: “Ele tá reclamando de que? Ele que espere! Quando a igreja tiver dinheiro paga o que lhe deve!”

A Bíblia ensina que quem ministra do altar deve viver do altar. "Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar participam do altar? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho."

Caro leitor, a orientação do Senhor é clara em afirmar que os que anunciam o evangelho que vivam dele. Além disso, as Escrituras afirmam que os “Os anciãos que governam bem sejam tidos por dignos de duplicada honra, especialmente os que labutam na pregação e no ensino. Porque diz a Escritura: Não atarás a boca ao boi quando debulha. E: Digno é o trabalhador do seu salário” ( Timóteo 5:17-18)

Diante do exposto, acredito que a Igreja de Cristo deva tratar com amor, respeito e consideração àqueles que no Senhor os tem presidido. Lidar com desdém e desprezo o salário de homens de Deus que dedicam suas vidas a oração, ensino e pastoreio de vidas é opor-se aos ensinamentos dos apóstolos.

Pense nisso!

Renato Vargens


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Realmente, é lamentável isso. Que Deus desperte as igrejas brasileira no tocante a Sua vontade!

Abraços,
Robson Olvieira*

*pastor por vocação e Analista/Consultor SAP R/3 por profissão.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Apologética Cristã - Parte 1

1. Nós não podemos realmente confiar no Novo Testamento, pois ele não tem valor como documento histórico.
Contesto essa afirmação com as seguintes evidências que comprovam a historicidade do Novo Testamento:

1) Evidências documentárias, ex: Justino, o Mártir, em meados do segundo século, escreveu com referência à morte de Jesus: “Que estas coisas realmente aconteceram, podes averiguar dos Atos de Pôncio Pilatos.” Além disso, segundo Justino, o Mártir, os mesmos registros mencionavam os milagres de Jesus, a respeito dos quais ele diz: “Que Ele fez essas coisas, podes saber dos Atos de Pôncio Pilatos.”; Suetônio, historiador romano do segundo século, menciona a expulsão dos judeus pelo imperador Cláudio em Atos 18.2. Na sua obra ‘O Deificado Cláudio’, o historiador diz: “Visto que os judeus causavam constantemente distúrbios às instigações de Cresto, ele [Cláudio] os expulsou de Roma.”; o historiador judaico Flávio Josefo escrevendo em 93 sobre a derrota militar sofrida por Herodes Ântipas disse: “A alguns dos judeus parecia que a destruição do exército de Herodes era vingança divina, e certamente uma vingança justa, pelo tratamento que dispensou a João, apelidado de Batista. Porque Herodes mandara matá-lo, embora fosse um homem bom e tivesse exortado os judeus e levar uma vida justa, a praticar a justiça para com o seu próximo e a piedade para com Deus.”

2) Evidências arqueológicas, ex: em Atos lemos que Paulo e Barnabé foram enviados para fazer uma obra missionária em Chipre e que ali encontraram um procônsul chamado Sérgio Paulo, “homem inteligente” (Atos 13.7). Em meados do século 19, em escavações feitas em Chipre, descobriu-se uma inscrição datando de 55, a qual menciona este mesmo homem. Sobre isso diz o arqueólogo G. Ernest Wright: “Esta é a única referência que temos a este procônsul, fora da Bíblia, e é interessante que Lucas nos forneça seu nome e título corretos.”; no Evangelho de Lucas lemos que João, o Batista, iniciou seu ministério “quando . . . Lisânias era governante distrital de Abilene”. (Lucas 3.1). Apesar de muitos duvidarem em razão de Josefo ter mencionado um Lisânias que governou e morreu muito antes do nascimento de João, arqueólogos descobriram uma inscrição em Abilene que menciona outro Lisânias, que era tetrarca (governante distrital) durante o reinado de Tibério, que governou como César em Roma quando João iniciou seu ministério. Este facilmente pode ter sido o Lisânias mencionado por Lucas; em 1961 o nome de Pôncio Pilatos foi encontrado numa inscrição nas ruínas dum teatro romano em Cesaréia, confirmando o que lemos no NT.

Fonte pesquisada: http://www.veritatis.com.br/

2. Ainda que sejam verdadeiras, as instruções bíblicas não são mais relevantes para os nossos dias. Ela não tem nada a dizer-nos sobre os problemas do homem moderno como depressão, dependência química, homossexualismo, aborto, doação de órgãos, e etc.
Quando o apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo inspirado por Deus, diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça” (2 Timóteo 3:16), significa que a utilidade da Bíblia independe da geração... Embora não encontremos alguns desses termos na Bíblia, seus ensinamentos podem ser aplicados a essas questões também, ex:

1) Depressão: esperança em Deus como resposta à alma triste e perturbada (Sl 42:11; 43:5); ver também Sl 54:7, que diz: “Pois Ele me livrou de todas as minhas angústias...”.

2) Dependência química: “‘Tudo me é permitido’, mas nem tudo me convém. ‘Tudo me é permitido’, mas eu não deixarei que nada me domine” (1 Co 6:12).

3) Homossexualismo: a Bíblia declara categoricamente a heterossexualidade como plano de Deus, ex: em Gn 1:27-28a encontramos a declaração de que Deus criou HOMEM e MULHER e lhes dotou de órgãos sexuais específicos e especialmente destinados à reprodução da espécie. Além disso, ela (Bíblia) acusa a homossexualidade como pecado, ex: Gn 19; Lv 18:22 e 20:13; Dt 23:18; Jz 19:22-25; Rm 1:24-28; 1 Co 6:9-11; 1 Tm 1:8-11; Ap 22:15; entre outros.

4) Aborto: “Não matarás” (Ex 20:13); “Os filhos são heranças do Senhor... ” (Sl 127:3).

5) Doação de órgão: compartilho neste trabalho o texto de Dennis Allan: “A doação de órgãos é um procedimento médico moderno que não é especificamente mencionado na Bíblia... Desde que e Bíblia não fala especificamente da doação de órgãos, precisamos aplicar os princípios que o Senhor ensina para julgar este método moderno de salvar vidas. Doar para o benefício de outros é sempre bom (Atos 20:35). Arriscar ou mesmo sacrificar a própria vida para salvar outra é visto como o mais elevado ato de amor (João 15:13).”

Fonte pesquisada: http://www.estudosdabiblia.net/bd411.htm

3. Os cristãos são as piores pessoas do mundo, pois seguem um Deus que apoiou a escravidão humana (inclusive deu regras para mantê-la). Até o maior apóstolo cristão, Paulo, jamais condenou a escravidão.
Contesto essa afirmação dizendo que o que acontece é que muitas pessoas falham em entender que a escravidão nos tempos bíblicos era muito diferente da escravidão praticada nos últimos séculos em muitas partes do mundo. A escravidão na Bíblia não era baseada em raça. As pessoas não eram escravizadas por causa da sua nacionalidade ou pela cor da sua pele. Nos tempos bíblicos, a escravidão era mais um status social. As pessoas vendiam a si mesmas quando não conseguiam pagar os seus débitos ou sustentar a sua família. No Novo Testamento, algumas vezes médicos, advogados e até políticos eram escravos de alguém mais. Algumas pessoas escolhiam ser escravas para ter todas as suas necessidades providas pelo seu senhor. Conclusão, Deus, através da Bíblia, realmente não condena especificamente a prática da escravidão e dá instruções sobre como os escravos deveriam ser tratados (Deuteronômio 15:12-15; Efésios 6:9). Muitos vêem isto como se Deus permitisse TODAS as formas de escravidão, o que não é verdade. Prova disso é o que Paulo diz em Colossenses 4:1: “Senhores, dêem aos seus escravos o que é justo e direito, sabendo que vocês também têm um Senhor no céu.”. O que foi feito com os negros foi completamente diferente disso.

Fonte pesquisada: http://www.gotquestions.org/portugues/Biblia-escravidao.html

4. Como podemos crer em uma Igreja (católicos e protestantes) que apoiou ou se omitiu no massacre nazista aos judeus da Europa?!
A Igreja, apesar de ser uma instituição divina, é também humana, logo está sujeita sim a erros... Um desses erros foi seu apoio e sua omissão no massacre de judeus, pelos nazistas, na Europa. No entanto, alguns pontos nós devemos considerar:

1) A mídia dos anos 40 não tinha os recursos que temos hoje, logo, alguns seguimentos da igreja, ex: igrejas de outros países, não tinham conhecimento da dimensão do que estava acontecendo com judeus, e outras etnias, na Europa. Desta forma, a maior omissão foi da igreja européia, e não da Igreja como um todo;

2) É provável que ideologia eugênica de Adolf Hittler tenha influenciado sim até mesmo o seguimento cristão da Alemanha e Áustria, daí a razão de parte da Igreja (Católica e Protestante) ter apoiado o massacre nazista;

3) A estatização da Igreja em alguns países da Europa, principalmente na Alemanha e Áustria, foi um verdadeiro “Cavalo de Tróia” para garantir ao nazismo o apoio da Igreja, que temendo perder seu prestígio, apoiou suas atrocidades. Conclusão, apesar desses erros de parte da Igreja, ninguém poderá usá-los como desculpa para não crer em sua pregação, pois a igreja foi constituída por Deus para transmitir o Plano de Salvação do Senhor na Nova Aliança (Mt 16:18; 1 Pe 2:9).

Fonte pesquisada: Artigo “Igrejas da Alemanha e Austria: ações durante Holocausto” de Mark A. Kellner extraído de http://www.2guerra.com.br/sgm/index.php

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A Revelação Geral e a Revelação Especial


Até os dias de hoje é comum ouvirmos a pergunta: 'Como Deus compartilha sua revelação conosco?'. Resumidamente podemos dizer que Deus compartilha sua revelação conosco através da Revelação Geral (ex: criação, vida humana e vida comunal) e da Revelação Especial (ex: Bíblia, Pessoa de Cristo, pessoa do Espírito Santo e Corpo de Cristo). Detalhando melhor esses dois conceitos, podemos dizer que:

Revelação Geral é o termo frequentemente usado para se referir ao fato de Deus se fazer conhecido na criação, consciência e história. Há várias passagens bíblicas que a mencionam, mas a mais utilizada, por razão da clareza, é Romanos 1:18-32. Nela lemos sobre Deus se fazendo conhecer através da criação (vs. 20, 25) e também na consciência do homem (v. 19).

Quanto a Revelação Especial, a Bíblia seria um de seus exemplos, mas não o único. O termo também é usado como a Revelação Salvífica de Deus através de Jesus Cristo nas Escrituras. A razão de ser chamada de especial deve-se ao fato dessa revelação ser exclusiva ao povo de Deus, ou seja, os crentes em Jesus, uma vez que vem por escrito (A Bíblia), como já foi mencionado, mas também vem pela presença do Espírito Santo na vida do cristão e da comunhão com outros salvos em Cristo, ou seja, através da vida eclesiástica.

Baseado nesse entendimento, concluímos que ninguém poderá se desculpar diante de Deus, pois de uma forma ou de outra, Ele tem se revelado a cada ser humano. Um texto da Bíblia que gosto muito, e que também nos ensina sobre a Revelação de Deus através da criação, diz:

"Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das Suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a Sua voz, e as Suas palavras, até aos confins do mundo." Salmo 19:1-4a

Que Deus o abençoe e que a busca pelo conhecimento do Senhor seja uma constante em sua vida!

FONTES PESQUISADAS:

- Apostila de Apologética Cristã do Dr. Cornelio Hegeman - Curso de Mestrado em Ministério pelo SETEB/Northwestern Theological Seminay (patrocinador SETEB);
- Texto 'Revelação Geral' do Rev. Ronald Hanko - extraído de http://www.monergismo.com

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

E-M@IL PARA O APÓSTOLO PAULO


Amado apóstolo:

Estou escrevendo para colocá-lo a par da situação do Evangelho que um dia você ajudou a propagar para nós gentios, e que lhe custou a própria vida. As coisas estão muito difíceis por aqui. Quase tudo o que você escreveu foi esquecido ou deturpado.

Você foi bastante claro ao despedir-se dos irmãos em Éfeso, alertando que depois de sua partida lobos vorazes penetrariam em meio à igreja, e não poupariam o rebanho [1]. Palavras de fato inspiradas, pois isso se concretiza a cada dia.

Lembra-se que você escreveu ao jovem Timóteo, que o amor ao dinheiro era a “raiz de todos os males”[2]? Quero que saiba que suas palavras foram invertidas, e agora se prega que o dinheiro é a “solução” de todos os males.

Também é com tristeza que lhe digo que em nossa época ninguém mais quer ser chamado de pastor, missionário ou evangelista, pois isso é por demais humilde: um bom número almeja levar o título de apóstolo. Sei que em seu tempo, os apóstolos eram “fracos... desprezíveis... espetáculo para os homens... loucos... sem morada certa... injuriados... lixo e escória” [3]. Agora é bem diferente. Trata-se de uma honraria muito grande: acercam-se de serviçais que lhes admiram, quando viajam exigem as melhores hospedarias e são recebidos nos palácios dos governantes.

Eles não costumam pregar seus textos, pois você fala muito da “Graça” e da “liberdade que temos em Cristo” [4]. Isso não soa bem hoje, pois a Igreja voltou à “teologia da retribuição” da Antiga Aliança (só recebe quem merece), e liberdade é a última coisa que os pastores querem pregar à suas ovelhas.

Você não é bem visto por aqui, pois sempre foi muito humano, sem jamais esconder suas fraquezas: chegou até reconhecer contradições internas e que não faz o bem que prefere, mas o mal, esse faz [5]. Eles não gostam disso, pois sempre se apresentam inabaláveis e sem espinhos na carne como você. A presença deles é forte, a sua fraca [6], eles são saudáveis, você sofria de alguma coisa nos olhos [7], eles jamais recomendariam a um irmão tomar remédio, como você fez com Timóteo [8], mas aqui eles oram e determinam a cura – coisa que você nunca fez.

Você dizia que por amor a Cristo perdeu “todas as cousas” considerando-as refugo [9]. As coisas mudaram, irmão. Agora cantamos: “Restitui, quero de volta o que é meu!”.

Vivo em uma cidade que recebeu o seu nome, e aqui há um apóstolo que após as pregações distribui lencinhos vermelhos encharcados de suor, e as pessoas levam pra casa, como fizeram em Éfeso, imaginando que afastarão enfermidades [10]. Sim, eu sei que você nunca ordenou isso, nem colocou como doutrina para a igreja nas epístolas, mas sabe como é o povo....

Admiro sua coragem por ter expulsado um “espírito adivinhador” daquela jovem [11], embora isso tenha lhe custado a prisão e açoites. Você não se deixou enganar só porque ela acertava o prognóstico. Hoje há uma profusão de pitonisas e prognosticadores no meio do povo de Deus, todavia esses espíritos não são mais expulsos, ao contrário, nos reunimos ansiosos para ouvir o que eles têm a dizer para nós.

Gostaria de ter conhecido os irmãos bereanos que você elogiou. Infelizmente, quase não existem mais igrejas como as de Beréia, que recebam a palavra com avidez e examinem as Escrituras “todos os dias para ver se as coisas são de fato assim”[12].

Tem hora que a gente desanima e se sente fragilizado como Timóteo, o seu companheiro de lutas. Mas que coisa bonita foi quando você o reanimou insistindo para que reavivasse “o dom de Deus” que havia nele [13]. Estou lhe confessando isso, pois atualmente 90% dos pregadores oferecem uma “nova unção” para quem fraqueja. Amo esta sua exortação, pois você ensina que dentro de nós já existe o poder do Espírito, e não precisamos buscar nada fora ou nada novo!

Nossos cultos não são mais como em sua época, onde a igreja se reunia na casa de um irmão, havia comunhão, orações, e a palavra explanada era o prato principal.... as coisas mudaram: culto agora é chamado de “show”, a fumaça não é mais da nuvem gloriosa da presença de Deus, mas do gelo seco, e a palavra é só para ensinar como conseguir mais coisas do céu.

O Espírito lhe revelou que nos últimos tempos alguns apostatariam da fé “por obedecerem a espíritos enganadores” [14]. Essa profecia já está se cumprindo cabalmente, e creio que de forma irreversível.

Amado apóstolo, sinto ter lhe incomodado em seu merecido descanso eternal, mas eu precisava desabafar. Um dia estaremos todos juntos reunidos com a verdadeira Igreja de Cristo.

Autor: Pr. Daniel Rocha da Igreja Metodista, autor da Primeira Epístola de Paulo aos Brasileiros.

[1] At 20.23
[2] 1Tm 6.10
[3] 1Co 4.-9-13
[4] Gl 2.4
[5] Rm 7.19
[6] 2Co 10.10
[7] Gl 4.13-15
[8] 1Tm 5.23
[9] Fp 3.8
[10] At 19.12
[11] At 17.18
[12] At 17.11
[13] 2Tm 1.6
[14] 1Tm 4.1