Total de visualizações de página

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O cristão fica ou namora?


Em 10 de novembro de 2001 o Programa “Os Arrebatados” da Rádio 93 FM utilizou este tema como debate. Minha participação foi através do texto abaixo, que enviado por e-mail foi lido pelo locutor:

Na minha opinião, o namoro deve ser um preparo para o casamento, seguindo os princípios bíblicos de santidade e pureza cristã. Brincar com os sentimentos dos outros, ou usar alguém como um objeto descartável, não deve ser o comportamento de um cristão que deseja agradar o Senhor.
Pessoas que “ficam” com alguém, normalmente acabam ferindo ou se deixando ferir, pois considera importante a pessoa na qual esta “ficando”, apenas para um curto tempo, logo descartam e saem a procura de outro(a). O namoro é necessário para um processo de conhecimento do futuro cônjuge e é até normal que um ou mais namoro(s) não dê em casamento, porém o “ficar”, na minha opinião é nocivo por se tratar de uma postura anticristã. Nesse ficar, muita das vezes acabam acontecendo coisas que não glorificam a Deus, como por exemplo o desprezo e a rejeição a outro ser criado a imagem e semelhança de Deus.

“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.” – Mateus 7:12

Como vai o seu sorriso?



Este foi o tema do Congresso de Jovens da Igreja Batista Água Grande no ano de 1999. Segue abaixo o texto que Deus me deu para o Boletim do Congresso:

Considero este tema bem sugestivo porque nem sempre o sorriso das pessoas expressa o que realmente elas sentem. Problemas financeiros, crises conjugais, enfermidades, projetos frustrados, desilusões, decepções das mais diversas, etc... São vários os motivos que roubam a alegria das pessoas, sem esquecer também que muitas vezes as pessoas se sentem tristes sem mesmo saber o motivo.
Com toda certeza você já se sentiu assim!
O que fazer diante dessas coisas?
Alguns psicólogos, psiquiatras e psicanalistas, confiam tão somente em técnicas terapêuticas para resolver o grande problema da alma humana, nós acreditamos que este assunto o homem não pode resolver sozinho.
O teólogo medieval Agostinho (354-430 A.D.), bispo de Hipona, já dizia que o vazio que o homem tem na alma é do tamanho de Deus. Isto refuta a ilusão das pessoas em tentar preencher o seu vazio interior através de conquistas pessoais, como por exemplo: um bom emprego, um bom casamento, bens materiais e realizações das mais diversas. Isto resolve como um anestésico, um paliativo, ao passar determinado tempo perde o efeito e a pessoa volta a sentir o mesmo vazio sentido anteriormente. O que ela precisa na verdade é de Deus – “Como anseia a corsa pelas águas, assim anseia a minha alma por Ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo...” Salmo 42:1,2a.
Há coisas realmente necessárias, porém é um grande erro substituir Deus por elas.
O homem sem a presença de Deus nunca poderá ser plenamente feliz. Sem Ele o seu sorriso sempre será incompleto!